Trabalho Final de Introdução e Criação de Página WEB
Lima Barreto, o
centenário da morte do autor de “Os Bruzundangas”
Na última
quinta-feira, 10 de novembro, a Biblioteca Clóvis Vergara Marques (IFRS)
promoveu uma palestra sobre a vida e obra de Lima Barreto (1881-1922). Para
assinalar a efeméride, o palestrante convidado foi Ronald Augusto, poeta e
crítico literário, ministrante de oficina de poesia, formado em Filosofia pela
UFRSG.
Afonso Henriques de Lima Barreto, um brasileiro de
corpo, alma e pele. Nasceu num treze de
maio, sete anos antes da assinatura da Lei Áurea, em 1888. Foi levado pelo pai
para participar dos festejos daquele domingo. Alegria de preto não dura muito,
foi uma das primeiras lições que o futuro autor de Clara dos Anjos não
esqueceria até o fim de sua vida, em 1° de novembro de 1922.
Ronald August focou
no autor de Triste Fim de Policarpo Quaresma enquanto escritor, o autor que
busca na linguagem e dispõe dos recursos literários para realizar uma simbiose
entre uma autobiografia e ficção. Quando o autor tem espaço para afirmar-se no seu
trabalho de fazer um texto literário antes de tudo.
Na inevitável
comparação com Machado de Assis (1839-1908), Ronald percebe que, enquanto
Machado trata de assuntos importantes de seu tempo, como é a questão da
escravatura de uma forma mais indireta, Lima Barreto é incisivo e direto ao
enfrentar o racismo do seu tempo. Ronald concorda que Lima Barreto classificado
com pré-modernista; “concordo, como se ele quase tivesse chegado lá, o
pré-modernismo, como conceito, tem um pouco disso”. Essa foi uma das
atividades que eu, José Weis, aluno do curso de Técnico em Biblioteconomia do IFRS.

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